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Friday, March 23, 2012
Investimento Social em pauta
Compartilho a programação do Congresso GIFE que acontece na semana que vem em São Paulo.
Dentre as muitas reflexões interessantes, destaco a plenária de encerramento, onde representantes do GIFE, Ethos e CEBDS estarão reunidos para esclarecer conceitos e linhas de atuação/possíveis convergências envolvendo investimento social, responsabilidade social e sustentabilidade. Por vezes nos deparamos com tantas campanhas e blablablas que é importante perceber que não é tudo farinha do mesmo saco.
As inscrições estão ainda abertas.
Monday, May 07, 2007
Responsabilidade Social
Compartilhando palavras que tem muito a ver com tudo:
"...os programas (de responsabilidade social da iniciativa privada) atingem seus objetivos quando apostam nas potencialidades dos beneficiários e não em suas carências, no desenvolvimento contínuo das pessoas e não em doações financeiras ou em investimentos de infra-estrutura.
A grande diferença é a valorização do ser humano como agente de mudança.
No entanto, por melhores que sejam os resultados das ações de responsabilidade social, a maioria das corporações, ao primeiro sinal de crise, diminui a ênfase de sua atuação. Exatamente quando os desafios sociais tendem a se agravar.
É preciso mudar essa postura, pois são justamente os momentos difíceis os mais propícios para as empresas consolidarem sua atuação social, beneficiando a sociedade e, ao mesmo tempo, agregando valor à sua imagem corporativa. É preciso deixar de lado a visão imediatista e pensar a longo prazo, comprometer-se com o desenvolvimento sustentável. Afinal, a companhia que ignora a responsabilidade social está fechando os olhos para o futuro"
Carlo Lovatelli, vice-presidente da Fundação Bunge
Para ler o texto na integra, publicado pelo Gife (Grupo de Institutos, Fundacoes e Empresas), clique aqui.
"...os programas (de responsabilidade social da iniciativa privada) atingem seus objetivos quando apostam nas potencialidades dos beneficiários e não em suas carências, no desenvolvimento contínuo das pessoas e não em doações financeiras ou em investimentos de infra-estrutura.
A grande diferença é a valorização do ser humano como agente de mudança.
No entanto, por melhores que sejam os resultados das ações de responsabilidade social, a maioria das corporações, ao primeiro sinal de crise, diminui a ênfase de sua atuação. Exatamente quando os desafios sociais tendem a se agravar.
É preciso mudar essa postura, pois são justamente os momentos difíceis os mais propícios para as empresas consolidarem sua atuação social, beneficiando a sociedade e, ao mesmo tempo, agregando valor à sua imagem corporativa. É preciso deixar de lado a visão imediatista e pensar a longo prazo, comprometer-se com o desenvolvimento sustentável. Afinal, a companhia que ignora a responsabilidade social está fechando os olhos para o futuro"
Carlo Lovatelli, vice-presidente da Fundação Bunge
Para ler o texto na integra, publicado pelo Gife (Grupo de Institutos, Fundacoes e Empresas), clique aqui.
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