Tuesday, November 21, 2006


Detalhe Posted by Picasa

Segurando a Jucinalva, depois de ter experimentando o vinho de acai da Marinalva, filha da Dona Martinha. Posted by Picasa

O inverno começa a soprar na imensidão das águas amazônicas Posted by Picasa

Acordando, as 5:52 da manha. Carli e Elis Posted by Picasa

"Os homens e as mulheres têm que se esforçar bastante pra levar esse trabalho em frente, não fracassar, porque se a gente não dispor de toda a força que a gente tem para receber aquilo que estão doando pra nós, o que será mais tarde? É preciso trabalhar com vontade, com esforço de querer conseguir aquilo que não se tem", Martinha Colares Bentes Faria, 72 anos, uma das moradoras mais antiga de Suruacá
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Monday, November 20, 2006

Já apresentei?


O Fabinho (de camisa vermelha) e o Magnólio (à la Salvador Dalí) são os coordenadores do Núcleo de Educação, Cultura e Comunicação do Saúde e Alegria. Atualmente, esse trio animado (bom, o Fabinho é meio sonolento hehehehe) também está morando junto, na casa do Mag, que abriu suas portas para a retirante catarinense. E viva o ritual de comer tapioquinha com queijo coalho e suco de taperebá (sem leite, nem açúcar) no café da manhã no "Massabor". Obrigada por tudo, caríssimos!

Na foto, estamos batendo o ponto no Relicário Cultural. Posted by Picasa

Ando devagar porque já tive pressa

Produção intensa do Jornal O Mocorongo por aqui, mas tudo fluindo feliz. Este foi o meu primeiro final de semana em Santarém e aproveitei para conhecer uns barzinhos novos. Na sexta, rolou happy hour do Saúde e Alegria em um boteco chamado "Na sombra da mangueira", ontem jantei no "Mania de Pizza" e tomei a caipirinha saidera no "Mascotinho", que fica bem em frente ao rio Tapajós, onde sopra um vento recompensador.

Nem todo mundo curte morar aqui por conta do calorzinho infernal que tortura, principalmente durante o dia. Mas quando cai a noite, caminhar na extensa orla tem sido um hobby muito gostoso. Gosto daqui e das esquisitices desta cidade. Afinal, em qual lugar você verá morcegos voando livremente pra lá e pra cá em plena avenida beira rio?

Caminhar à noite observando barcos ao longe, morcegos dando rasantes em cima de nossas cabeças, gente começando pizza express sentada em almofadinhas com babados arrumadas em fileira na calçada e muitos casais namorando. É a vida deste meu lugar ;)

Friday, November 17, 2006

Parabéns, Cecília de Santarém!


A filhota da Gorda e do Magnólio celebra seus 16 anos, em uma festinha familiar que eu tive a honra de ser convidada. Posted by Picasa

"Pelas janelas de um barco faz-se o mundo passar


... Que me desculpem os entendidos com seus rigores técnicos e nomes precisos - mais do que escotilhas, gaiútas ou vigias, o meu barco tem portas e janelas. Sete, grandes e claras, por onde, trabalhando as velas e juntando as milhas, fiz passar as latitudes e paisagens que procurei. E uma porta, por onde passei mais vezes do que sei.

Sete janelas, uma para cada mar, voltadas para os lados e para a frente, que transformaram distâncias em tempo, fizeram do desconhecido o seu porto e, ao final, não se fecharam em porto nenhum. Vinte e dois meses viajando no Paratii, atravessando nos alísios as areais do Saara ou marcando de gelo o alumínio do costado descobri que apenas para isso serve um barco.

Para não viver em portos e navegar. Para fazer passar por suas janelas o mundo e, um dia voltar..."

(Livro "As janelas do Paratii", by Amyr Klink, que li em 29 de outubro, a bordo do Kuarup, veleiro do amigo Fábio) Posted by Picasa
Na praia de Ponta Grande, no Arapiuns, os veleiros Kuarup e Ilo (do casal francês muito gente boa Marie e Michel), descansam antes de seguir viagem






Fábio (o super médico do Saúde e Alegria), Adriana (bióloga e outra tripulante do Kuarup) e Zé
Mais um capítulo do livro "Como a vida é dura"

Rede balançando no ritmo da popa do barco, uma pinga de desgustação, livro com muitas fotos e pouca leitura, bate-papo com amigos queridos, cheirinho do pão integral que a Adri colocou no forno...

- Por que "Kuarup", Fábio?

- Nas tribos indígenas, quando alguém morre, acontece a cerimônia do Kuarup, um ritual de dança e cantoria que libera a alma do índio. Quando passei a navegar neste veleiro, minha alma já foi libertada.

O Kuarup tem um site para acompanharmos as aventuras. O projeto "Brasil a Vela" consiste na navegação pela costa do Brasil e rios da Amazônia, desenvolvendo atividades nas comunidades costeiras e ribeirinhas.

Thursday, November 16, 2006

Momento fo-fi-nho do feriado


Ver o Marinalvo tratando um filhotinho de peixe-boi com 7 meses Posted by Picasa Em Alter do Chão existe um centro que reabilita e reintroduz peixes-bois no seu habitat natural.

Os peixes maiores vivem em uma area dentro do rio, bebendo leite por mais alguns meses. Depois passam a comer vegetacao de lodo. Posted by Picasa

Glub Glub Posted by Picasa

"O peixe-boi é o único mamífero aquático herbívoro. Ele vive na água, mas precisa vir à superfície em intervalos de 2 a 5 minutos para respirar. A espécie marinha pode medir 4 metros e pesar até 800 quilos! O peixe-boi amazônico é menor: atinge 2,5 metros e pesa até 300 quilos. Além disso, ele é mais escuro e tem o couro liso (o mocinho comilão aí da foto tem 80 quilos e se chama Inauê).

Estudos revelam que o peixe-boi vive até 50 anos, podendo, em alguns casos, chegar a 60 anos. Ao longo do tempo, o homem tem sido, em grande parte, o responsável pelo encurtamento da vida desse animal. A caça indiscriminada fez do peixe-boi o mamífero aquático mais ameaçado de extinção no Brasil. Além da caça deliberada, outros fatores de extinção são a morte acidental em redes de pesca, o encalhe de filhotes órfãos e a degradação ambiental.

No Brasil, o peixe-boi é protegido por lei desde 1967. A caça e a comercialização de produtos derivados do peixe-boi é crime pode levar o infrator a até dois anos de prisão. "

Fonte: www.projetopeixe-boi.com.br

Almoco com o Manoelito, do Saude e Alegria, na ilha de Alter do Chao. O pote de farinha esconde o copo de cerveja que ele tava tomando. Ah, vai, Manoel, pra que esconder que bebe? ;) Posted by Picasa

Tuesday, November 14, 2006

Retratos do Pará


Onde está o Wally? Posted by Picasa

Fazendo farinha de mandioca hmmm Posted by Picasa

O pescador e seus quatros filhos Posted by Picasa

Por-do-sol em Alter do Chao Posted by Picasa

Centro da comunidade de Cachoeira do Arua Posted by Picasa

Tah muito quente para aprender no galpao? Vamos todos pra debaixo do cajueiro! (Encontro Superacao Jovem em Sao Francisco). Em peh, a Raquel conta a experiencia bem sucedida da radio comunitaria de Muratuba, onde nasceu Posted by Picasa