Chá dia e noite para aliviar o corpo dessa gripe que chegou às vésperas de um retiro de formação de yoga, quando o ideal é estar 100% pronto para aproveitar a maratona de exercícios e ensinamentos. Como a vida ideal só acontece em filmes água com açúcar (e olhe lá), sigo respirando e aproveitando as simples delícias que surgem. Hoje, por exemplo, com aquela chuva lá fora, céu cinzento, trânsito bombando e gripe, que benção é poder trabalhar em casa, tomando um café quentinho e cobertor esquentando as pernas.
Logo depois do almoço, vou para Embu das Artes, encontrar o povo amigo yogue e aproveitar um ar mais puro para respirar.
O tempo está mais escasso para escrever no blog, mas eu também estou passando uma fase mais quieta. No curso de psicologia há muitas observações a serem feitas em relação ao próprio comportamento e, naturalmente, a gente percebe a riqueza de ouvir mais e falar menos. O apartamento vive silencioso porque a minha nova companheira de apê, a Laura, gosta de acordar cedinho e, por conta disso, dormir cedo também. Quase nem a vi essa semana, mas a presença dela deixa rastros de harmonia que torna o apartamento cada vez mais gostoso de se morar.
Encantada com essas sutilezas da existência, sigo feliz e gripada.
Bom fim de semana!
Foto do primeiro jantar oficial em comemoração à chegada da Laura (de camisa branca) no apê, com a presença querida dos amigos Tati e Gil, a culinária saborosa da Cilenita e os papos-cabeça do Léo.
Friday, May 15, 2009
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