Showing posts with label Will you dance with me. Show all posts
Showing posts with label Will you dance with me. Show all posts
Friday, August 26, 2011
Wednesday, March 16, 2011
Wednesday in SUCH a happy mood
Her Morning Elegance - Oren Lavie
"(...)Sun been down for days
A winter melody she plays
The thunder makes her contemplate
She hears a noise behind the gate
Perhaps a letter with a dove
Perhaps a stranger she could love
And she fights for her life
As she puts on her coat
And she fights for her life on the train
She looks at the rain
As it pours
And she fights for her life
As she goes in a store
With a thought she has caught
By a thread
She pays for the bread
And she goes...
Nobody knows..."
Saturday, March 12, 2011
as they seem to be weightless, every time they seem weightless...
Do encontro com Márcia.
Letra pesada, mas os movimentos dos corpos chegam a ser hipnóticos.
Sábado lindo.
Tuesday, February 15, 2011
Mais dança
Já recebi contribuições para a minha vontade de dançar!
Alguém mais na parceria?
Will you also dance with me?
Monday, February 14, 2011
Segunda!
À noite, começo o meu terceiro ano do curso de Psicologia Budista. Acordei bastante motivada, principalmente após o encontro de ontem com as amigas Carol e Cilene, doces PéNaJacas.
O importante é viver. Will you dance with me?
Labels:
eu posso,
Inspiração,
Vida em Sampa,
Will you dance with me
Thursday, January 06, 2011
Eu sempre dancei
Leiturinhas desse janeiro....
Resgatei o livro A Alma Imoral, de Nilton Bonder, que havia emprestado. Que inspirador...
"(...) Aqueles que se permitem as transgressões da alma com certeza são vistos e recebidos pelos outros como estrangeiros. Os que mudam de emprego radicalmente, os que refazem relações amorosas, os que abandonam vícios, os que perdem medos, os que se libertam e os que rompem experimentam a solidão que só pode ser quebrada por outro que conheça essas experiências.
A natureza da experiência pode ser totalmente distinta, mas eles se tornarão parceiros enquanto 'forasteiros'."
Me jogo agora na cama para ler as últimas 20 páginas de A Ilha Sob o Mar, de Isabel Allende. E não é que a obra ganha bastante ritmo neste final...
"Minha primeira lembrança de felicidade, quando era uma pirralha magrela e desgrenhada, é a de me mexer ao som dos tambores...
A música é um vento levado pelos anos, pelas lembranças e pelo temor, esse animal preso que carrego dentro de mim.
Com os tambores desaparece a Zarité de todos os dias e volto a ser a menina que dançava quando mal começava a andar.
Bato no chão com as solas dos pés, e a vida sobe pelas minhas pernas, percorre meus ossos, apodera-se de mim, acaba com a minha tristeza e adoça a minha memória.
O mundo estremece. O ritmo nasce de uma ilha sob o mar, sacode a terra, atravessa-me como um relâmpago e segue em direção ao céu, levando as minhas aflições...
'Dance, dance, Zarité, porque escravo que dança é livre... enquanto dança.'
Eu sempre dancei."
Bons sonhos.
Resgatei o livro A Alma Imoral, de Nilton Bonder, que havia emprestado. Que inspirador...
"(...) Aqueles que se permitem as transgressões da alma com certeza são vistos e recebidos pelos outros como estrangeiros. Os que mudam de emprego radicalmente, os que refazem relações amorosas, os que abandonam vícios, os que perdem medos, os que se libertam e os que rompem experimentam a solidão que só pode ser quebrada por outro que conheça essas experiências.
A natureza da experiência pode ser totalmente distinta, mas eles se tornarão parceiros enquanto 'forasteiros'."
Me jogo agora na cama para ler as últimas 20 páginas de A Ilha Sob o Mar, de Isabel Allende. E não é que a obra ganha bastante ritmo neste final...
"Minha primeira lembrança de felicidade, quando era uma pirralha magrela e desgrenhada, é a de me mexer ao som dos tambores...
A música é um vento levado pelos anos, pelas lembranças e pelo temor, esse animal preso que carrego dentro de mim.
Com os tambores desaparece a Zarité de todos os dias e volto a ser a menina que dançava quando mal começava a andar.
Bato no chão com as solas dos pés, e a vida sobe pelas minhas pernas, percorre meus ossos, apodera-se de mim, acaba com a minha tristeza e adoça a minha memória.
O mundo estremece. O ritmo nasce de uma ilha sob o mar, sacode a terra, atravessa-me como um relâmpago e segue em direção ao céu, levando as minhas aflições...
'Dance, dance, Zarité, porque escravo que dança é livre... enquanto dança.'
Eu sempre dancei."
Bons sonhos.
Tuesday, January 04, 2011
O 2011
Subscribe to:
Comments (Atom)