Publicado no ClickRBS:
"Nazismo é difundido por jovens gaúchos e catarinenses
Diferentes grupos de jovens gaúchos e catarinenses estão unidos para difundir uma ideologia responsável pela morte de milhões de pessoas: o nazismo. Usando a internet como ferramenta, os chamados neonazistas estão organizados e defendem a supremacia branca em detrimento de negros, homossexuais e judeus.
(...)
No sul do Brasil, a intolerância surpreende. Os nazistas têm cartilhas, distribuem panfletos e ainda planejam formar uma Organização Não-Governamental (ONG), um partido político até promover uma marcha. Os integrantes são incentivados a fazer artes-marciais e musculação e se dividem entre White Sul Skins (carecas brancos do Sul) e Fundamentalista.
A polícia tem pelo menos um registro de crime. Em maio do ano passado, três judeus foram espancados e esfaqueados em Porto Alegre."
(leia na íntegra)
~° Acho que enquanto esses infelizes perdem um tempo precioso de vida discutindo essa teoria infeliz, ainda vai. Entretanto, não dá pra compactuar com a violência. Ajudem a divulgar e recriminar isso. E peçam para escolas de inglês oferecerem bolsas de estudo aos nazistas sulistas. Afinal, se é pra impressionar, que seja White South Skins e não White Sul Skins. Tsc tsc tsc
Tuesday, May 09, 2006
Monday, May 08, 2006
Om ah hum

meditation...
"For beginners, it is always very good to approach meditation with a very open mind. We should not start meditating with the wish to have a peaceful mind, very good experiences, and so on. If we expect certain experiences, we will just be watching for them to come and when things do not happen as we want, we will feel very disatisfied.
To have a beginner's attitude we should be open minded without expectations. We should sit in a quiet place with no distractions and give ourselves time to meditate, allowing our body and mind to relax and settle. Our body sits here and our mind stays with our body. In this way, whenever we see our mind jumping out of the room, we just kindly bring it back. It doesn't matter how many times we have to repeat this. If today we have to bring it back every second for half an hour of meditation, it is still worthwhile.
Things can go wrong when our worldly impatience starts to manifest. But getting upset destroys everything. We should be very patient and patience means never getting upset, never getting angry. Let's be happy and feel good that we can just be aware of our mind wandering away and remember to bring it back. If we think that our mind is too bad and if we get angry or feel miserable, we cannot make any progress."
(Living Dharma, by Lama Yeshe Losal)

Sunday, May 07, 2006
25 anos
O final de semana teve o coro de um só nome: Paula! Paula! Paula!
Comemoramos o aniversário em balada anos 90 na Vila Olímpia (Taag) e super almoço no domingo. O Dudu preparou uma macarronada com molho branco de queijo maravilhosa. Muitos biólogos e jornalistas e a casa com clima de morada de Vinícius...
prometo fotos em breve :)
Parabéns, querida amiga!
Comemoramos o aniversário em balada anos 90 na Vila Olímpia (Taag) e super almoço no domingo. O Dudu preparou uma macarronada com molho branco de queijo maravilhosa. Muitos biólogos e jornalistas e a casa com clima de morada de Vinícius...
prometo fotos em breve :)
Parabéns, querida amiga!
Friday, May 05, 2006
p i a n d o a l t o pí pí pí
Há 15 dias comecei meus exercícios de aquecimento para voz...
Inspira profundamente, inflando o abdômen e solta a respiração emitindo:
- brrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr
- trrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr
- sssssssssssssssssssssssssssss
- zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
- mnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn (nasal)
Sendo que cada série devo repetir 10 vezes!
Pois não é que a fonoaudióloga incrementou hoje o repertório?
pí... pí... pí... pí
fí... fí... fí... fí
tí... tí... tí... tí
quí... quí... quí... quí
sí... sí... sí... sí... sí
xí... xí... xí... xí... xí...
O porquê disso tudo? Fechar a fenda que existe entre as minhas cordas vocais. Quer motivo mais nobre?
Inspira profundamente, inflando o abdômen e solta a respiração emitindo:
- brrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr
- trrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr
- sssssssssssssssssssssssssssss
- zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
- mnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn (nasal)
Sendo que cada série devo repetir 10 vezes!
Pois não é que a fonoaudióloga incrementou hoje o repertório?
pí... pí... pí... pí
fí... fí... fí... fí
tí... tí... tí... tí
quí... quí... quí... quí
sí... sí... sí... sí... sí
xí... xí... xí... xí... xí...
O porquê disso tudo? Fechar a fenda que existe entre as minhas cordas vocais. Quer motivo mais nobre?
Thursday, May 04, 2006
friends> amigos> amici
Suresh, in São Paulo 

Já ouviu falar na meditação do mestre Osho?
O Suresh reúne sempre uma galera para praticar. Interessado? Mande e-mail para suresh@terra.com.br :)


Já ouviu falar na meditação do mestre Osho?
O Suresh reúne sempre uma galera para praticar. Interessado? Mande e-mail para suresh@terra.com.br :)
Essa eu não sabia mesmo
O hipopótamo mata mais gente no mundo que o crocodilo!
Eu que sempre imaginei o grandão no lago abrindo sonolentamente a bocarra. Nada como assistir o Animal Planet ;)
Interessado em ler mais sobre ataques mortais do mundo selvagem? Então, clique aqui (afinal, quem falou que quinta-feira de sol é só para trabalhar?!).
Revista Terra:
"Hipopótomo: 400 pessoas mortas por ano
Quando ele abre sua bocarra, não se trata de um longo e preguiçoso bocejo, mas de um gesto de ameaça. Seus longos e afiados dentes caninos (os dentes do hipopótamo só são redondinhos nos desenhos animados) podem partir um pequeno barco ao meio. Embora passem uma impressão de docilidade, hipopótamos são animais destemidos e extremamente protetores em relação a seu bando e suas proles, capazes de ataques muito agressivos. Esses herbívoros de 2 toneladas são os animais selvagens que mais matam pessoas."
Cá com os meus botões: 1) ninguém pode acusar o meu blog de ser não eclético.
2) Meu namorado me deu um ornitorrincozinho de pelúcia. Por que sou esquisita?
Eu que sempre imaginei o grandão no lago abrindo sonolentamente a bocarra. Nada como assistir o Animal Planet ;)
Interessado em ler mais sobre ataques mortais do mundo selvagem? Então, clique aqui (afinal, quem falou que quinta-feira de sol é só para trabalhar?!).
Revista Terra:
"Hipopótomo: 400 pessoas mortas por ano
Quando ele abre sua bocarra, não se trata de um longo e preguiçoso bocejo, mas de um gesto de ameaça. Seus longos e afiados dentes caninos (os dentes do hipopótamo só são redondinhos nos desenhos animados) podem partir um pequeno barco ao meio. Embora passem uma impressão de docilidade, hipopótamos são animais destemidos e extremamente protetores em relação a seu bando e suas proles, capazes de ataques muito agressivos. Esses herbívoros de 2 toneladas são os animais selvagens que mais matam pessoas."
Cá com os meus botões: 1) ninguém pode acusar o meu blog de ser não eclético.
2) Meu namorado me deu um ornitorrincozinho de pelúcia. Por que sou esquisita?
Tuesday, May 02, 2006
Saturday, April 29, 2006
A simplicidade que toca o coração
Pouco se importando com o protocolo, o Dalai Lama age em seus discursos como se estivesse tomando chá da tarde na casa de amigos.
Aproveita para limpar o óculos na vestimenta (com direito a abrir a boca e dar aquela embaçada na lente arh-arh), coça a cabeça, o braço, tira e põe o sapato (para sentar com as pernas cruzadas), sorri para as câmeras e conta piadinhas. "Até os animais demonstram sentimentos como a compaixão. Bom, acho que exceto os mosquitos. Nunca vi nenhum mosquito demonstrando afeto. Talvez o cérebro deles seja pequeno demais?!" E se acaba de rir.
No último dia de ensinamentos, mais especificamente no Ginásio do Ibirapuera, o Dalai Lama ressaltou a importância de manter a paz de espírito e a mente serena.
Deixou claro também que é preferível encontrar a verdade na religião em que fomos criados. "Certamente Jesus Cristo foi um grande mestre, que já fez diferença na vida de milhares de pessoas. Sob a pespectiva do Budismo, Cristo foi alguém extraordinário, provavelmente a reencarnação de algum buddha ou bodisatva".
Aproveita para limpar o óculos na vestimenta (com direito a abrir a boca e dar aquela embaçada na lente arh-arh), coça a cabeça, o braço, tira e põe o sapato (para sentar com as pernas cruzadas), sorri para as câmeras e conta piadinhas. "Até os animais demonstram sentimentos como a compaixão. Bom, acho que exceto os mosquitos. Nunca vi nenhum mosquito demonstrando afeto. Talvez o cérebro deles seja pequeno demais?!" E se acaba de rir.
No último dia de ensinamentos, mais especificamente no Ginásio do Ibirapuera, o Dalai Lama ressaltou a importância de manter a paz de espírito e a mente serena.
Deixou claro também que é preferível encontrar a verdade na religião em que fomos criados. "Certamente Jesus Cristo foi um grande mestre, que já fez diferença na vida de milhares de pessoas. Sob a pespectiva do Budismo, Cristo foi alguém extraordinário, provavelmente a reencarnação de algum buddha ou bodisatva".
Friday, April 28, 2006
Eu, no Jornal Nacional?
E não é que a minha mami me assistiu pela TV na programação do Dalai Lama no Palácio de Convenções do Anhembi?!
Um repórter da Globo gravou uma passagem e acabou filmando eu e o Léo como cenário de fundo. Pô, eu nem percebi pra mandar tchauzinho pro Bonner. É, se eu não tivesse pedido folga no trabalho, a mentira teria perna curta mesmo.
Um repórter da Globo gravou uma passagem e acabou filmando eu e o Léo como cenário de fundo. Pô, eu nem percebi pra mandar tchauzinho pro Bonner. É, se eu não tivesse pedido folga no trabalho, a mentira teria perna curta mesmo.
Thursday, April 27, 2006
Dalai Lama no Templo Zulai - primeiro dia da visita
Crianças acenando bandeirolas do Brasil receberam o décimo quarto Dalai Lama, Tenzin Gyatso, no Templo Zulai, em Cotia (Grande São Paulo), em sua terceira visita ao Brasil (as anteriores foram em 92 e 99).
Nesse primeiro dia de ensinamentos, Sua Santidade falou sobre a "Natureza e treinamento da mente no budismo tibetano". Em um palco situado abaixo do Dalai Lama, estava sentado em colchonetes o verdadeiro panteão de mestres budistas que desenvolvem atividades aqui no Brasil. Entre eles, a Monja Coen (escola do Zen Budismo), Lama Tsering e Lama Norbu (Vajraiana – templo Odsal Ling), os representantes do Khadro Ling de Três Coroas (RS) e outros Lamas e amigos do Dharma.
Nas duas horas matinais, Dalai Lama fez uma grande introdução ao Budismo, que começou na Índia, quando Buddha Shakyamuni se iluminou (em Bodhgaya) , e se espalhou pela China, Tailândia, Mongólia, Tibet, entre outros, e mais tarde para o Ocidente também. Ele aproveitou a oportunidade para prestar uma homenagem aos chineses por serem os pioneiros do Dharma, antes dos tibetanos. Neste dia, Sua Santidade não fez referência à violenta invasão chinesa no Tibet, em 1959. Preferiu ressaltar a importância de desenvolver a compaixão entre nós. “Há cerca de seis bilhões de seres humanos no mundo e todos são iguais se observarmos que todos querem atingir a felicidade e desejam evitar o sofrimento”, disse.
No almoço foram servidas bandejas vegetarianas, ao lado daquele lago chuchuzinho do Templo. Encontrei o Guilherme e a Andréa, da turma da Yoga. Vou publicar as fotitos depois. O Marco Schultz também estava lá, com a Carla.
Na parte da tarde, o Dalai Lama esclareceu que há dois tipos de compaixão (desejo altruísta de ajudar a libertar todos os seres da aflição e do sofrimento). O primeiro é manchado pelo apego e tem elementos de emoção. É a compaixão que costumamos praticar com os nossos familiares, nossos amigos e gente conhecida, de preferência aquelas que nos tratam bem.
A compaixão genuína é aquela em que não esperamos nada em troca, livre do apego e ligada ao uso da consciência e do raciocínio. É agirmos para o bem de todos os seres humanos, sem distinção se é o chefe chato ou o flanelinha de carros da esquina que acha pouco a gorjeta de R$ 3. É o querer bem sem julgamento, conseguindo enxergar cada indivíduo como uma pessoa que procura sua felicidade e merece respeito.
Para conseguir tamanha façanha, o Dalai Lama ressalta a importância de treinarmos nossa mente a fim de abrir o coração. A primeira lição é enxergar que o eu e o outro são iguais. Independentemente de posição social, o destino da morte é o mesmo. A prática da meditação é fundamental para aquietar a mente e absorver essas contemplações.
E foi com cinco minutos meditando, no mais puro silêncio, que o evento terminou. Om mani padme hum!
Nesse primeiro dia de ensinamentos, Sua Santidade falou sobre a "Natureza e treinamento da mente no budismo tibetano". Em um palco situado abaixo do Dalai Lama, estava sentado em colchonetes o verdadeiro panteão de mestres budistas que desenvolvem atividades aqui no Brasil. Entre eles, a Monja Coen (escola do Zen Budismo), Lama Tsering e Lama Norbu (Vajraiana – templo Odsal Ling), os representantes do Khadro Ling de Três Coroas (RS) e outros Lamas e amigos do Dharma.
Nas duas horas matinais, Dalai Lama fez uma grande introdução ao Budismo, que começou na Índia, quando Buddha Shakyamuni se iluminou (em Bodhgaya) , e se espalhou pela China, Tailândia, Mongólia, Tibet, entre outros, e mais tarde para o Ocidente também. Ele aproveitou a oportunidade para prestar uma homenagem aos chineses por serem os pioneiros do Dharma, antes dos tibetanos. Neste dia, Sua Santidade não fez referência à violenta invasão chinesa no Tibet, em 1959. Preferiu ressaltar a importância de desenvolver a compaixão entre nós. “Há cerca de seis bilhões de seres humanos no mundo e todos são iguais se observarmos que todos querem atingir a felicidade e desejam evitar o sofrimento”, disse.
No almoço foram servidas bandejas vegetarianas, ao lado daquele lago chuchuzinho do Templo. Encontrei o Guilherme e a Andréa, da turma da Yoga. Vou publicar as fotitos depois. O Marco Schultz também estava lá, com a Carla.
Na parte da tarde, o Dalai Lama esclareceu que há dois tipos de compaixão (desejo altruísta de ajudar a libertar todos os seres da aflição e do sofrimento). O primeiro é manchado pelo apego e tem elementos de emoção. É a compaixão que costumamos praticar com os nossos familiares, nossos amigos e gente conhecida, de preferência aquelas que nos tratam bem.
A compaixão genuína é aquela em que não esperamos nada em troca, livre do apego e ligada ao uso da consciência e do raciocínio. É agirmos para o bem de todos os seres humanos, sem distinção se é o chefe chato ou o flanelinha de carros da esquina que acha pouco a gorjeta de R$ 3. É o querer bem sem julgamento, conseguindo enxergar cada indivíduo como uma pessoa que procura sua felicidade e merece respeito.
Para conseguir tamanha façanha, o Dalai Lama ressalta a importância de treinarmos nossa mente a fim de abrir o coração. A primeira lição é enxergar que o eu e o outro são iguais. Independentemente de posição social, o destino da morte é o mesmo. A prática da meditação é fundamental para aquietar a mente e absorver essas contemplações.
E foi com cinco minutos meditando, no mais puro silêncio, que o evento terminou. Om mani padme hum!
Oito versos que transformam a mente
Texto escrito pelo bodisatva Geshe Langri Tangba, que foi lido e explicado pelo Dalai Lama no Templo Zu Lai.
"1) Com determinação de alcançar
O bem supremo em benefício de todos os seres sencientes,
Mais preciosos do que uma jóia mágica que realiza desejos,
Vou aprender a prezá-los e estimá-los no mais alto grau.
2) Sempre que estiver na companhia de outras pessoas, vou aprender
A pensar em minha pessoa como a mais insignificante dentre elas,
E, com todo respeito, considerá-las supremas,
Do fundo do coração.
3) Em todos os meus atos, vou aprender a examinar a minha mente
E, sempre que surgir uma emoção negativa,
Pondo em risco a mim mesmo e aos outros,
Vou, com firmeza, enfrentá-la e evitá-la.
4) Vou prezar os seres que têm natureza perversa
E aqueles sobre os quais pesam fortes negatividades e sofrimentos,
Como se eu tivesse encontrado um tesouro precioso,
Muito difícil de achar.
5) Quando os outros, por inveja, maltratarem a minha pessoa,
Ou a insultarem e caluniarem,
Vou aprender a aceitar a derrota,
E a eles oferecer a vitória.
6) Quando alguém a quem ajudei com grande esperança
Magoar ou ferir a minha pessoa, mesmo sem motivo,
Vou aprender a ver essa outra pessoa
Como um excelente guia espiritual.
7) Em suma, vou aprender a oferecer a todos, sem exceção,
Toda a ajuda e felicidade, por meios diretos e indiretos,
E a tomar sobre mim, em sigilo,
Todos os males e sofrimentos daqueles que foram minhas mães.
8) Vou aprender a manter estas práticas
Isentas das máculas das oito preocupações mundanas,
E, ao compreender todos os fenômenos como ilusórios,
Serei libertado da escravidão do apego."
"1) Com determinação de alcançar
O bem supremo em benefício de todos os seres sencientes,
Mais preciosos do que uma jóia mágica que realiza desejos,
Vou aprender a prezá-los e estimá-los no mais alto grau.
2) Sempre que estiver na companhia de outras pessoas, vou aprender
A pensar em minha pessoa como a mais insignificante dentre elas,
E, com todo respeito, considerá-las supremas,
Do fundo do coração.
3) Em todos os meus atos, vou aprender a examinar a minha mente
E, sempre que surgir uma emoção negativa,
Pondo em risco a mim mesmo e aos outros,
Vou, com firmeza, enfrentá-la e evitá-la.
4) Vou prezar os seres que têm natureza perversa
E aqueles sobre os quais pesam fortes negatividades e sofrimentos,
Como se eu tivesse encontrado um tesouro precioso,
Muito difícil de achar.
5) Quando os outros, por inveja, maltratarem a minha pessoa,
Ou a insultarem e caluniarem,
Vou aprender a aceitar a derrota,
E a eles oferecer a vitória.
6) Quando alguém a quem ajudei com grande esperança
Magoar ou ferir a minha pessoa, mesmo sem motivo,
Vou aprender a ver essa outra pessoa
Como um excelente guia espiritual.
7) Em suma, vou aprender a oferecer a todos, sem exceção,
Toda a ajuda e felicidade, por meios diretos e indiretos,
E a tomar sobre mim, em sigilo,
Todos os males e sofrimentos daqueles que foram minhas mães.
8) Vou aprender a manter estas práticas
Isentas das máculas das oito preocupações mundanas,
E, ao compreender todos os fenômenos como ilusórios,
Serei libertado da escravidão do apego."
Tuesday, April 25, 2006
Três quilos e meio de caqui
É preciso observar com atenção o jeito com que cada um demonstra afeto. Quantas vezes eu me vejo esperando por um grande abraço do meu pai e acabo frustrada porque ele estava ocupado em fazer compras, organizando o dinheiro para sustentar a casa etc.
O meu jeito expansivo de ser me permite viver dando abraços de ursos. O jeito dele é quietão, mas atencioso em prover as necessidades para garantir o bem estar da família. Toda vez que volto pra Brusque, tenho isso mais nítido em meu coração. Quase não conversamos durante o feriadão que passei por lá. Sabendo, porém, como eu gosto de caqui, ele comprou três quilos e meio da fruta (um montão!) para eu trazer na bagagem. Sei que o meu papi nunca lê esse blog, mas sinto vontade de dizer obrigada mesmo assim. A cada fruta que me delicio, eu percebo o amor que ele sente por mim.
O meu jeito expansivo de ser me permite viver dando abraços de ursos. O jeito dele é quietão, mas atencioso em prover as necessidades para garantir o bem estar da família. Toda vez que volto pra Brusque, tenho isso mais nítido em meu coração. Quase não conversamos durante o feriadão que passei por lá. Sabendo, porém, como eu gosto de caqui, ele comprou três quilos e meio da fruta (um montão!) para eu trazer na bagagem. Sei que o meu papi nunca lê esse blog, mas sinto vontade de dizer obrigada mesmo assim. A cada fruta que me delicio, eu percebo o amor que ele sente por mim.
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