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Wednesday, November 03, 2010

Jantar de hoje e de ontem

Cá estou eu escrevendo novamente sobre comida. Ah, vai, é um dos maiores prazeres desta vida ... comer com gosto, sentindo a naturebice de cada garfada. Descobri que na lojinha japa perto do metrô Vila Madalena vendem guioza de legumes (são fabricados no Bairro Liberdade). Por R$ 4,50 compra-se uma bandeja de 380g. O guioza típico é feito de carne de porco. A versão vegetariana leva cenoura, repolho (muito), cogumelo (se achar um, comemore) e cebolinha.Tem gente que gosta de prepará-los no vapor. Prefiro colocar um fio de azeite de oliva para deixá-los douradinhos e com casca mais crocante.

A invenção de hoje foi incorporar umas folhas de alga, que resultou no sabor mais salgadinho (daí cuidado para não colocar muito shoyo depois na hora de comer).

O pacote do tal crispy sea laver snack (abaixo) é um tanto quanto duvidoso. Ainda não entendi a propaganda da cerveja, porque, enfim, tem só gosto de alga mesmo. Podem comprar sem medo (R$ 2,50).

Após a sessão de cinema, ontem, conheci o Vegethus, restaurante vegano que abriu, no ano passado, na Rua Haddock Lobo, 187 (a duas quadras da Avenida Paulista). Delicioso! O lugar é muito bonito, com luminárias chuchuzinhas; o atendimento é simpático e a comida é saborosa. Quando cheguei, ainda não estavam servindo o risoto de funghi, por isso optei por um hamburguer de soja no pão integral (com linhaça) e muita salada, que saiu pela bagatela de R$ 8,00.

Somos tão explorados pelos preços da Vila Madá, cada vez mais Vila Olímpia, diga-se de passagem (abriu até uma filial do Rabo de Peixe onde era o Bossa Nova!), que a gente leva um susto quando a "conta sai em conta".
Recomendo o Vegethus e dou uma dica: quem senta nas mesas lá no jardim de trás, cuidado com as pombas! Na maior cara dura, uma deu um vôo rasante para pousar no meu prato, e acabou levando um peteleco.

Fotos: as de cima são minhas. A do restaurante tirei do site deles. Quando é propaganda positiva, eles não reclamam.

Sunday, October 31, 2010

zero

Parte do domingo, com amigos.
A minha amiga Cilenita dormiu em casa e foi uma alegria papear com ela no café da manhã. Parece que há sempre mais assunto e tempo insuficiente.

Justifiquei o voto, pois decidi descansar em Sampa no feriadão, em vez de ir para Brusque. Faz simplesmente 10 anos que eu tenho que transferir o meu título de eleitor. Quem sabe na próxima?
Daqui a pouco, vitória petista no nosso Brasil varonil.

Tomei (mais) café da manhã com a amiga Andrea de Lima e o casal chuchuzinho aí da foto: Cinthia e Atílio, que voltaram recentemente de uma belíssima viagem para Índia, Indonésia e Tailândia. Compartilhamos a paixão por viajar, os ideais sustentáveis, o desejo de viver mais pertinho da natureza. Bela manhã de conversa! Para acompanhar as vivências deles, acesse: http://www.aldeias.blog.br (Cinthia, do qual retirei essa foto) e http://conhece-te.com.br (Atílio). Bons novos começos na Chapada Diamantina, meus queridos!


Parte do domingo, comigo.
* Eu gosto bastante de cozinhar. Hoje preparei um nhoque ao molho vermelho de espinafre e tofu. Bom, não pense que eu perdi horas intermináveis preparando a massa, enrolando e cortando em pedacinhos simétricos. Sejamos moças práticas. ha ha ha

** Também começo a me organizar para manter firme a decisão de tirar 10 dias de férias em novembro. Quando se trabalha como autônoma, não tem essa de pedir folga para o chefe. Sou eu, na verdade, que tenho a liberdade de dizer sim ou não para os trabalhos. E eu já recusei dois esta semana, pois a entrega é justamente para meados do próximo mês. É um bom aprendizado essa coordenação de prazos e cronogramas, ainda que bem desafiante.


*** Já já eu respondo os e-mails atrasados. Antes, compartilho contigo um trecho de "A Ilha Sob o Mar", o lançamento de Isabel Allende. Ainda estou na página 39, mas sinto que a obra tem potencial de ser recomendável...

"O amor, que ainda não havia conhecido, envolveu Étienne Relais como uma onda imensa, pura energia, sal e espuma. Calculou que não podia competir com os outros clientes da moça, mais bonitos, poderosos ou ricos, e por isso decidiu, ao amanhecer, oferecer a ela o que poucos homens brancos estariam dispostos a lhe dar: seu sobrenome.

'Casa-se comigo', pediu entre dois abraços. Violette se sentou de pernas cruzadas sobre a cama, com os cabelos úmidos grudados na pele, os olhos incandescentes, os lábios inchados pelos beijos. Iluminavam-nos os restos de três velas moribundas, que os haviam acompanhado em suas intermináveis acrobacias.

'Não fui feita para esposa', respondeu ela, acrescentando que ainda não havia sangrado com os ciclos da lua e que, segundo Loula, já era tarde para isso, e que ela nunca poderia ter filhos.

Relais sorriu, porque as crianças lhe pareciam um estorvo."

Wednesday, October 20, 2010

11

A imagem de hoje é o delicioso Falafel Malka, que pode ser degustado em uma galeria demi-decadente na região central de São Paulo. Aquilo é que é bolinho de grão-de-bico! O restante dos que provei até hoje, mixaria. A fartura de tahine e uns picles azedinhos, que incluem até berinjela japonesa, dão o toque especial. A Paula experimentou pela primeira vez. A Erika proporcionou a dica do lugar. Eu aprovei e recomendo!

Dei uma pausa de tudo e saí hoje para comprar o vestido para o casamento da minha irmã, em novembro. Encontrei um vermelho com MEGA decote nas costas, daqueles de arrasar quarteirão em noite de Oscar. Optei por um tom berinjela, discreto. Afinal, não vamos ao Oscar e sim a um evento familiar, às 5 da tarde, em frente ao belo mar de Florianópolis.

Cinthia: a madrinha desencanada tem, enfim, um vestido!

Paula: obrigada pela ajuda e paciência! Indecisão é sina de librianos...

Alguém tem bolsa dourada (urgh) para emprestar?

Foto: Alex Silva, Agência Estado

Wednesday, October 13, 2010

... I'm glad I spent it with you...






Renata.



Patrícia, Shuba e Fátima.


Marcinha, Renata e Mário.


Erika.

Eduardo.

Carline.


Erika e Paula.


Daniela.




Os Burckhardt.









Unha vermelha e o pão de queijo com nome chique.











Ricardo e Valéria.







Conceito.




Cilene, Scheilla e Bianca.


Clô e Filó.



Sal do Himalaya.


Nucas.


A belíssima caçula da turma e a luminária exótica feita de sal.


Pão Padaria Artesanal: (A menor padaria de São Paulo he he he) Rua Bela Cintra, 1618.

Fotos: Eduardo Burckhardt (99% delas), Carline Piva, Erika Kobayashi, 12/10/10.

Saturday, September 04, 2010

Café da manhã orgânico

Três dicas gostosíssimas para quem deseja variar organicamente o cardápio do café da manhã.

1) O achado desta semana foi a linha de pasta de tofu da Ecobras. Experimentei o sabor "defumado" e é ótimo! Se o seu corpo é similiar ao meu, que sofre para digerir soja, uma alternativa recomendável é comer tofu, um extrato da proteína vegetal da soja obtido por meio de processamento mecânico e térmico. O blog da Ecobras, aliás, traz receitas interessantes, como strognoff de tofu.

Ponha na sanduicheira duas fatias de pão integral, com essa pasta defumada, queijo de búfala e óregano. Seja feliz.

2) Ah, o pão do WHEAT Organics ! O que degustei e recomendo de olhos fechados e nariz sentindo o cheirinho saindo do forno é o de cúrcuma, azeitonas pretas e alecrim. Exótico? Sim! E inesquecível.

3) Eu gosto de trocar a manteiga ou requeijão por tahine, pasta pura de gergelim. Além de ser muito nutritivo, combina super bem com pão. Apesar de ser bem famosa a marca Istambul (que vem em uma latinha), não curto o gosto. Fui testando outras e adorei a marca Byblos.

Bom apetite!
* Food Revolution, by Jamie Oliver
Acompanho na GNT a campanha "Revolução da Comida" que o jovem chef inglês Jamie Oliver lidera nas escolas norte-americanas, com o objetivo de trocar o horror do fast food das merendas por alimentos saudáveis. Sensacionalismo midiático à parte, a iniciativa é louvável e muito bem-vinda. Quem já foi aos Estados Unidos e viu de perto os corpos deformados pela obesidade mórbida, sabe o quanto campanhas desse tipo são necessárias. Ainda mais porque o mundo adota os padrões do considerado "Primeiro Mundo", com reflexos crescentes aqui no Brasil. Eu assinei a petição da campanha.

"Food philosophy - Jamie Oliver
My philosophy to food and healthy eating has always been about enjoying everything in a balanced, and sane way. Food is one of life's greatest joys yet we've reached this really sad point where we're turning food into the enemy, and something to be afraid of.

I believe that when you use good ingredients to make pasta dishes, salads, stews, burgers, grilled vegetables, fruit salads, and even outrageous cakes, they all have a place in our diets. We just need to rediscover our common sense: if you want to curl up and eat macaroni and cheese every once in a while – that's alright! Just have a sensible portion next to a fresh salad, and don't eat a big old helping of chocolate cake afterwards.

Knowing how to cook means you'll be able to turn all sorts of fresh ingredients into meals when they're in season, at their best, and cheapest! Cooking this way will always be cheaper than buying processed food, not to mention better for you. And because you'll be cooking a variety of lovely things, you'll naturally start to find a sensible balance. (...)"

Sunday, March 14, 2010

Ah, o meu primo também é vegetariano. Ele só come peixe e frango.

Agora, me responda: o que leva uma pessoa proclamar-se vegetariana se ela não é vegetariana? Falta de conhecimento? Querer parecer "mais saudável"? Embora saibamos que comer peixe é uma opção saudável e que uma dieta vegetariana não-balanceada pode resultar em anemia, dentre outros problemitas. Por esquisitismo então? Para chamar a atenção?

Confesso que nunca entendi. Por conta dessa confusão toda, incentivada pelos "semi-vegetarianos", tenho que explicar sempre que não sou mais adepta nem do franguito grelhado.
- Mas nada? Nem frutos do mar?
- Não, obrigada.
- Nem peixe?

Prefiro rapidamente fugir dessas conversas de quem come o quê, razões para tornar-se vegetariano, vegan ou ovolactovegetariano, o mico de conseguir B12, militância, A Carne é Fraca, Food Inc, e similares. Eu entendo a curiosidade das pessoas, mas...

Um amigo disse que quando perguntam por que ele é vegetariano, simplesmente levanta a sobrancelha e anuncia, em tom sério: "É complicado"(ponto final).

A Cintia me contou a piada que ouviu: "É fácil ser vegetariana porque o bicho pode sair correndo, mas a alface é obrigada a ficar paradinha, indefesa" (he he he)

Enfim. Cada um deve ser feliz com as suas próprias escolhas, sejam elas cobertas com rúcula e tomate seco ou com camadas extras de bacon (ponto final).

Agora, a parte que mais gosto! Seguem dicas gostosinhas que experimentei na Califórnia para os vegetebes de plantão. Os vários sabores da linha de smoothie (vitaminas) "Naked", que milagrosamente não tem açúcar adicionado. O meu preferido era esse, de morango e banana, mas o verde (com kiwi, maçã verde) também era uma delícia!

Ah, as clássicas barrinhas de cereais para deixar na mochila. Essa aqui é mais molhadinha, integral, e tem combinações diferentes, como de maçã com gengibre. Honest foods.

Chocolate orgânico. Parte da renda é revertida para projetos de salvamento de espécies animais em extinção.

Fim da sessão piquenique na estação de trem de Mercedez, prestes a embarcar de volta para San Francisco.
Aliás, existe algo melhor do que viajar de trem?


Fotos by Carline Piva, sep 2009, California.

Sunday, April 12, 2009

Pão de quinua

Na minha busca por comidas vegetarianas nutritivas e gostosinhas, resolvi experimentar o pão de quinua light da marca Fazenda Tambu, vendido na rede de supermercados Mambo (R$ 1,95, por 120 gramas ou quatro unidades). Apesar da aparência ser atraente, achei puro gosto de fermento de pão. A lista de ingredientes da receita inclui farinha de trigo (enriquecida com ferro acido fólico), farinha de quinua e farinha de soja. Considerando que quinua ainda é muito cara no Brasil, a quantidade deve ter sido irrisória na comparação com as demais, o que torna o produto uma enganação. Não recomendo.

Em compensação, para comemorar o festival do chocolate, digo Páscoa, comprei um ovo de chocolate ao leite da Cacau Show, da linha Dreams, recheado de trufa tradicional (R$ 33,90 por 400 gramas), e adorei. Chocolate suave, que derrete na boca, acentuado pelo gosto do conhaque do recheio. Recomendo. Quando entrei na loja (Heitor Penteado), as prateleiras estavam praticamente vazias, com duas ou três opções restantes, o que é uma dádiva para uma libriana indecisa. Escolhi em dois minutos e enquanto esperava para pagar, presenciei a discussão de um casal por ovos de chocolate. A esposa queria alguns de 500 gramas e não ficou nada feliz que só tinha de 400 gramas à venda. O marido ousou insinuar que, a pouco horas da Páscoa, ela deveria garantir aqueles mesmo, o que foi motivo para um descontrole TPM. Gente, cadê o espírito de renovação, transformação, amor, solidariedade? São só 100 gramas de diferença, vai...