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Wednesday, April 11, 2012

Putz

Denúncia da Papel Social Comunicação:

"O envolvimento do Projeto Tamar em esquema de filantropia fraudulenta é a ponta de um iceberg que envolve milhares de organizações e causa bilhões de reais de prejuízo aos cofres públicos". Reportagem de Lúcio Lambranho:
"O Projeto Tamar tem dois braços principais. O braço administrativo é controlado pela Fundação Pró-Tamar, organização não governamental que tem como principal função captar recursos e garantir a sustentação econômica do projeto.

O braço científico é controlado pelo Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisa das Tartarugas Marinhas, vinculado ao Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio), órgão do Ministério do Meio Ambiente.

A parte científica do projeto é reconhecida internacionalmente como uma bem sucedida experiência de conservação marinha. Envolve comunidades costeiras em diversos pontos do país. Nesse aspecto, o Tamar ajudou a formar consciência ambiental e salvar espécies ameaçadas. Esse papel é inquestionável.

Improbidade
A Fundação Pró-Tamar, que cuida da parte administrativa, foi a que cometeu as irregularidades que levaram a Advocacia Geral da União (AGU) a pedir o bloqueio de bens, o cancelamento do certificado de filantropia e a condenação da entidade por improbidade administrativa.
A ação tem como base as conversas telefônicas gravadas e documentos apreendidos na Operação Fariseu, investigação iniciada ainda em 2005 por Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público Federal. "


Clique aqui para ler a matéria completa.

Friday, December 10, 2010

Adeus ano velho, adeus Código Florestal

Diretamente do blog do Planeta Sustentável:

"Vai ser muito difícil evitar que, na próxima terça-feira, a proposta de Aldo Rebelo para um novo Código Florestal seja aprovada em regime de urgência na Câmara dos Deputados. Os relatos das ONGs mais atuantes em Brasília dão conta de que o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) costurou um acordo com a bancada ruralista em troca de apoio à sua candidatura para presidente da Casa.

De novo, a investida ruralista se dá no final do ano e de novo durante a COP do Clima, uma ironia que deixa todo mundo passado. Talvez tenha a ver com o fato de que o grosso do lobby ambientalista está fora do País (desta vez, em Cancun) e a opinião pública em dezembro fica menos atenta ao que se passa em Brasília.

Em 2009, foi Dilma Rousseff quem mandou acabar com a farra depois de ser interpelada por ambientalistas em Copenhague. Não está claro como deve agir a presidente eleita agora, já que o Código Florestal virou moeda de troca política, mas vale lembrar que ela se comprometeu durante a campanha a vetar qualquer projeto que reduza as áreas de preservação permanente e de reserva legal.

Se o projeto passar, nem tudo está perdido. Há ainda a etapa do Senado, na qual os ruralistas vão ter de aturar a militância de Marina Silva que, se não faz parte de um partido forte, ao menos tem voz garantida nos meios de comunicação. Se tudo mais falhar, resta a campanha pelo veto presidencial.

Talvez seja ingenuidade minha, mas apesar do cenário desolador, eu vejo avanços nessa discussão. Perdeu muita força a ideia de reduzir APPs e agora a bronca ruralista se concentra na reserva legal. Já é alguma coisa. Em Cancun, a senadora e presidente da Confederação Nacional da Agricultura, Kátia Abreu, lançou um projeto de R$ 40 milhões para estudar formas de conciliar a cobertura florestal com a produção agrícola. Também tramita razoavelmente bem o projeto da Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais, que poderia ajudar a custear a recuperação do passivo ambiental no campo.

O problema é que para o setor mais arcaico do agronegócio brasileiro não interessa o meio termo. Melhor que receber uma ajuda de custo por serviços ambientais seria não ter de pagar nada, nem para recuperar o que foi desmatado ilegalmente e nem pelas multas já aplicadas.

A única chance para o melhor dos mundos - que seria atualizar o Código Florestal e atrair os produtores rurais com incentivos - depende do governo. Depende de o Ministério do Meio Ambiente apresentar um novo projeto, com amplo apoio da sociedade e concessões inteligentes aos ruralistas, de modo a forçar adesão pelo constrangimento. Seria uma vitória tremenda, cujo principal adversário é o tempo que vai se esgotando".

Wednesday, October 20, 2010

Da série... Pare o Mundo que Eu Quero Descer

"Governo encontra escravos produzindo coletes do Censo

Um lote de coletes para recenseadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) passou pelas mãos de 15 imigrantes bolivianos submetidos a condição análoga à escravidão. A história é mais um fruto da falta de controle sobre a terceirização no setor de confecção". Leia tudo no Blog do Sakamoto.


E viva o Pacto Contra a Precarização e pelo Emprego e Trabalho Decentes em São Paulo.

Saturday, June 26, 2010

Da série... Pare o Mundo que Eu Quero Descer

"Julgamento de 23 anos tem pena de 2 anos

Em 1984, um vazamento de gás em uma fábrica de pesticidas matou 15 mil pessoas na cidade indiana de Bhopal, em um dos maiores acidentes industriais da história. Esta semana, depois de 26 anos, oito antigos empregados foram finalmente condenados. A pena: 2 anos de cadeia.
A sentença aplicada por negligência - equivalente à de um acidente de trânsito no país - teve repercussão negativa na Índia, onde 150 mil doentes ainda recebem tratamento por causa do desastre.

Os sete réus que sobreviveram aos 23 anos de julgamento, hoje na casa dos 70 anos, ainda pretendem recorrer da sentença."

Não consta na matéria, mas vale lembrar que a empresa norte-americana Union Carbide foi a responsável pela tragédia. Hoje, a fabricante de produtos químicos é uma das subsidiárias da Dow Chemical Company, que (adivinhem!) não quis assumir o passivo ambiental.

Notícia publicada no O Estado de S.Paulo, 9/06/10, Caderno Internacional A15
Foto retirada do blog Indolink Consulting

Sunday, June 20, 2010

Neda Soltan

Voltando de Cananeia, bem em cima do horário do jogo do Brasil, aceitei o convite da Vivi para assistir a partida contra a Costa do Marfim em sua casa. By the way, ganhamos de 3 a 1.

Lá, notei uma edição da Carta Capital com a reportagem de capa falando do Irã, aliás, absolutamente bem escrita, vale muito a pena ler. Fiquei sensibilizada com o assassinato da estudante de filosofia Neda Soltan, durante um protesto contra as eleições iranianas. O texto falava que sua morte havia sido filmada e o vídeo tinha percorrido o mundo no youtube, em uma campanha em prol dos Direitos Humanos. Memorizei o nome da estudante e, agora em casa, decidi assistir o vídeo, o que raramente faço quando tem cenas tão trágicas e derramamento de sangue. Depois li sobre a sua história, quais foram as suas últimas palavras, de como virou um símbolo contra as atrocidades já cometidas durante o governo do presidente Mahmoud Ahmadinejad.

O que mais me espantou, porém, foi que ela morreu há exatamente um ano, dia 20 de junho de 2009! Por que será que o seu drama, certamente revivido por milhares de pessoas, chegou até mim justo hoje?

Lembro do Lula chegando a Teerã para fazer negócios e sinto uma tristeza imensa por esse início de parceria internacional. O respeito aos Direitos Humanos deveria ser premissa básica antes da assinatura de qualquer contrato.

May peace and justice prevail in Iran.

Saturday, June 05, 2010

Dia Mundial do Meio Ambiente

Em 2010, não há como dissociar a data com a catástrofe ambiental provocada pela explosão de uma plataforma da British Petroleum, no Golfo do México. Mais de 45 dias da tragédia e ainda não encontraram solução técnica para conter totalmente o vazamento.

Penso no quão confiante somos nessas regras de segurança que teoricamente são seguidas. Imagina só se fosse um acidente envolvendo energia nuclear. Quem pode dar 100% de garantia que não haverá falhas?

Foto: Pássaro coberto de óleo na Luisiana, publicado pelo terra.com

Tuesday, December 08, 2009

"Nas últimas madrugadas, barracos deslizaram, crianças morreram soterradas. E nos próximos dias, continuaremos a ver as cenas de sempre..."

Diretamente do blog do Sakamoto (Repórter Brasil), palavras indignadas e verdadeiras, que assino embaixo...

"(...) Ao mesmo tempo, está chovendo em São Paulo. E muito. Para quem é de fora e não sabe, São Paulo é uma cidade impermeabilizada. Em que os rios foram retificados e seus cursos originais viraram avenidas. Que alagam no inverno e no verão. Em que quase toda terra nua que escoava a água foi coberta por asfalto e concreto. Que alagam no inverno e no verão.

E apesar dos lamúrios da classe média, que fica presa no trânsito, demorar para voltar para casa é o de menos. Pelo menos há a certeza de que ainda há uma casa para se voltar. O problema é quem chega e encontra a cozinha, a sala, o quarto, o banheiro alagados. Nas últimas madrugadas, barracos deslizaram, crianças morreram soterradas. E nos próximos dias, continuaremos a ver as cenas de sempre: alguém será levado pela correnteza e famílias perderão tudo, sendo alojadas em ginásios de escolas públicas. Vão ganhar espaço na mídia, mas o debate vai durar só até o asfalto secar. É principalmente na periferia, onde gente vale menos. Ou melhor, vale em anos pares, quando há eleição.

Eu gostaria muito que, um dia, uma grande chuva chegasse escura no meio da tarde. Veriam, em pouco tempo, tratar-se de um pé d’água bíblico, maior que as tempestades habituais que atingem o planalto de Piratininga. E começasse a cair, toda ela, apenas nos bairros nobres da cidade. A água subiria com o lixo entupindo as bocas de lobo e iria inundar casas, encharcar tapetes, afogar alguns carros e arrastar colchões. O pessoal teria que ir para algum hotel, mas os hotéis também estariam alagados, bem como as casas de amigos. Então, teriam que ser construídos alojamentos emergenciais na Daslu, com uma fila de sopão de funghi. No mínimo, seria interessante ver os Jardins terem seu dia de ZL.

Talvez, com isso, seriam implantadas ações para amenizar o sofrimento desse povaréu, que foi empurrado para as várzeas e vales de rios pela especulação imobiliária e a pobreza. Dividindo a mesma situação, talvez enxergassem no outro não apenas um personagem da matéria da TV e sim um igual e juntos buscassem alguma solução.

Ou talvez não desse em nada. Mas pelo menos ia lavar a alma de quem é lavado pela chuva todos os anos."

Friday, June 19, 2009

Uma das piores notícias da semana!

"ONU: com crise, número de desnutridos ultrapassará 1 bilhão

A barreira de um bilhão de pessoas que passam fome será superada em 2009 em consequência da crise econômica mundial, anunciou nesta sexta-feira a Organização das Nações Unidas (ONU) para a Agricultura e a Alimentação (FAO).

"Pela primeira vez na história da humanidade, mais de um bilhão de pessoas, concretamente 1,02 bilhão, sofrerão de subnutrição em todo o mundo", adverte a FAO em um relatório sobre a segurança alimentar mundial.

"O número supera em quase 100 milhões o do ano passado e equivale a uma sexta parte aproximadamente da população mundial", destaca a agência especializada da ONU, que tem sede em Roma.

Segundo as estimativas da FAO, baseadas em um estudo do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, "a maioria das pessoas subnutridas vive em países em desenvolvimento". Quase 53 milhões de pessoas sofrerão fome em 2009 na América Latina e Caribe. Leia mais da matéria publicada no terra.com.

Wednesday, June 17, 2009

Uma das melhores notícias da semana!

"Pão de Açúcar suspende compras de frigoríficos envolvidos no desmatamento da Amazônia

A cadeia de supermercados Pão de Açúcar suspendeu as compras de produtos bovinos de 11 empresas frigoríficas do estado do Pará, incluindo a Bertin, por não ter garantias de que a carne não vem de áreas desmatadas na Amazônia. A decisão é resultado da ação civil pública (ACP) do Ministério Público Federal (MPF) no Pará, que encaminhou, na semana passada, recomendação às grandes redes de supermercados e outros 72 compradores de produtos bovinos para que parem de comprar carne proveniente da destruição da floresta. O descumprimento do pedido pode resultar em multa de R$ 500,00 por quilo de produto comercializado.

"Os frigoríficos que atuam na Amazônia precisam se comprometer imediatamente a parar de comprar gado de fazendas que desmatam", disse André Muggiati, do Greenpeace.

(...)O Greenpeace lançou na semana passada o relatório "A Farra do Boi na Amazônia" apontando a relação entre empresas frigoríficas envolvidas com desmatamento ilegal e trabalho escravo com produtos de ponta comercializados no mercado internacional. Para piorar, o governo brasileiro financia e tem participação acionária nas principais empresas pecuárias que atuam na Amazônia. O frigorífico Bertin é uma das empresas apontadas pelo Greenpeace como responsáveis pela compra de gado de fazendas que desmataram ilegalmente a floresta Amazônica, distribuindo no Brasil e mundialmente os produtos derivados dos animais."

Fonte: Assessoria de imprensa do Greenpeace. Leia a matéria na íntegra.

Friday, June 05, 2009

Gaia needs help


No dia do Meio Ambiente, sem muitos motivos para comemorar, reproduzo parte da nota pública contra o desmonte da política ambiental brasileira, assinada por dezenas de entidades, como Greenpeace, Instituto Socioambiental (ISA), Ethos, dentre outras.

"(...)É sim momento de repúdio à tentativa de desmonte do arcabouço legal e administrativo de proteção ao meio ambiente arduamente construído pela sociedade nas últimas décadas. Recentes medidas dos poderes Executivo e Legislativo, já aprovadas ou em processo de aprovação, demonstram claramente que a lógica do crescimento econômico a qualquer custo vem solapando o compromisso político de se construir um modelo de desenvolvimento socialmente justo, ambientalmente adequado e economicamente sustentável.
1. Já em novembro de 2008 o Governo Federal cedeu pela primeira vez à pressão do lobby da insustentabilidade ao modificar o decreto que exigia o cumprimento da legislação florestal (Decreto 6514/08) menos de cinco meses após sua edição.

2. Pouco mais de um mês depois, revogou uma legislação da década de 1990 que protegia as cavernas brasileiras para colocar em seu lugar um decreto que põe em risco a maior parte de nosso patrimônio espeleológico. A justificativa foi que a proteção das cavernas, que são bens públicos, vinha impedindo o desenvolvimento de atividades econômicas como mineração e hidrelétricas.

3. Com a chegada da crise econômica mundial, ao mesmo tempo em que contingenciava grande parte do já decadente orçamento do Ministério do Meio Ambiente (hoje menor do que 1% do orçamento federal), o governo baixava impostos para a produção de veículos automotores. Fazia isso sem qualquer exigência de melhora nos padrões de consumo de combustível ou apoio equivalente ao desenvolvimento do transporte público, indo na contramão da história e contradizendo o anúncio feito meses antes de que nosso País adotaria um plano nacional de redução de emissões de gases de efeito estufa.

4. Em fevereiro deste ano uma das medidas mais graves veio à tona: a MP 458 que, a título de regularizar as posses de pequenos agricultores ocupantes de terras públicas federais na Amazônia, abriu a possibilidade de se legalizar a situação de uma grande quantidade de grileiros, incentivando, assim, o assalto ao patrimônio público, a concentração fundiária e o avanço do desmatamento ilegal. Ontem (03/06) a MP 458 foi aprovada pelo Senado Federal.

5. Enquanto essa medida era discutida - e piorada - na Câmara dos Deputados, uma outra MP (452) trouxe, de contrabando, uma regra que acaba com o licenciamento ambiental para ampliação ou revitalização de rodovias, destruindo um dos principais instrumentos da política ambiental brasileira e feita sob medida para se possibilitar abrir a BR 319 no coração da floresta amazônica, com motivos por motivos político-eleitorais. Essa MP caiu por decurso de prazo, mas a intenção por trás dela é a mesma que guia a crescente politização dos licenciamentos ambientais de grandes obras a cargo do Ibama, cuja diretoria reiteradamente vem desconhecendo os pareceres técnicos que recomendam a não concessão de licenças para determinados empreendimentos.

6. Diante desse clima de desmonte da legislação ambiental, a bancada ruralista do Congresso Nacional, com o apoio explícito do Ministro da Agricultura, se animou a propor a revogação tácita do Código Florestal, pressionando pela diminuição da reserva legal na Amazônia e pela anistia a todas as ocupações ilegais em áreas de preservação permanente. Essa movimentação já gerou o seu primeiro produto: a aprovação do chamado Código Ambiental de Santa Catarina, que diminui a proteção às florestas que preservam os rios e encostas, justamente as que, se estivessem conservadas, poderiam ter evitado parte significativa da catástrofe ocorrida no Vale do Itajaí no final do ano passado."

É de chorar, não?

Wednesday, March 18, 2009

O início do fim

Sempre me interesso por matérias que falam sobre a problemática da água no mundo e a previsão de que haverá muitas guerras e conflitos entre os povos quando este recurso natural ficar bem escasso.O caderno especial do Valor Econômico (13,14 e 15 de março de 2009) trouxe uma reportagem de capa sobre o tema e há sim pontos interessantes que desconhecia. Dois deles me chamou a atenção, sendo que o primeiro refere-se à capacidade de adaptação dos seres humanos com as mudanças climáticas. Cita o caso dos moradores de Maláui (sudoeste asiático) que, cansados de tantas inundações em suas terras por conta do aumento da chuva, trocaram a criação de galinhas pela a de patos. Afinal, patos nadam!

Outro destaque é a gestão (ou seria a falta de) compartilhada da água, uma vez que os rios e córregos não têm fronteiras políticas. Leia só isso:

"O Mekong nasce no Tibete e percorre seis países antes de desaguar no mar, no Vietnã. Até recentemente não tinha reservatórios. Mas a China, agora, está construindo ou planeja construir uma grande série deles e a vizinhança anda preocupada, conta o consultor ambiental Jeff Rutherford, que trabalha e vive em Chiang Mai, na Tailândia. O temor, com as barragens, é de mudanças dramáticas no volume e na qualidade da água do rio, pilar na vida de milhões de pessoas. 'O problema é que as barragens chinesas têm fama de culpadas pela maioria dos problemas de água que vem ocorrendo por ali', continua Rutherford. 'Se governos e empresários da região estão aumentando a sua dependência com a China e está crescendo a raiva que as pessoas dos países vizinhos têm dos chineses, há aí uma situação potencialmente explosiva'".


Estou animadíssima com a pós-graduação em Meio Ambiente e Sociedade, que iniciei na Faculdade Escola de Sociologia e Política de São Paulo. O mundo precisa cada vez mais de pessoas com espírito crítico e capacidade de transformação.

- Em 2025, 1,8 milhão de pessoas estarão vivendo em países ou regiões com absoluta escassez de água e dois terços da população mundial viverá em condições de falta d'água.

- 2 a 4 litros é o consumo diário de água para cada pessoa, mas são necessários 2 mil a 5 mil litros de água para produzir a quantidade diária de alimentos por pessoa.

- 2 milhões de toneladas de lixo são lançadas em cursos d'água todos os dias.

(Fonte: Valor Econômico).

Tuesday, October 07, 2008

Suspiro



Ah se pelo menos uma parte dos bilhões de dólares que vem sendo injetada no mercado financeiro dos Estados Unidos fosse destinada para o cumprimento das Metas do Milênio da ONU...

Comentário da jornalista Andrea Vialli (Estadão): "E ainda sobre a crise, é interessante notar que o pacote de resgate dos bancos americanos, recusado pelo congresso, de US$ 700 bilhões (o custo efetivo da "ajuda" pode chegar a US$ 1,5 trilhão) é quase dez vezes mais do que o necessário para, segundo a ONU, combater a pobreza extrema na África. Na semana passada, o secretário geral da ONU, Ban Ki Moon, disse que US$ 72 bilhões/ano ajudariam o continente a sair da pobreza até 2015... "

Sunday, September 21, 2008

Curta e grossa?

Estava prestes a entrar na loja Mundo Verde (em Pinheiros, pertinho da FNAC), quando vi uma das vendedoras aproveitando seus dois minutos de folga para fumar um cigarrinho. Adivinha o que ela fez com a bituca? Tascou-lhe no chão, claro, como a grande maioria dos fumantes deste País, que nem se tocam que isso é falta de educação e péssimo para o meio ambiente.

Quando vi, já estava reclamando: "Ô moça, peloamordedeus, o que adianta trabalhar em uma loja tão bacana, que estimula bons hábitos para um mundo mais verde, se você joga bituca no chão?!!!!". Bom, nem preciso dizer que a vendedora não sabia onde enfiar a cabeça, completamente envergonhada.

Sei que deve haver jeitinhos muito mais agradáveis de promover a conscientização ambiental, mas tem horas que a boca age mais rápido que o cérebro.