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Tuesday, August 16, 2011

Contagem regressiva

A partir deste sábado, ficarei em retiro comigo mesma pelo mundo, mais precisamente na Índia. Esses dias preparatórios não têm sido fáceis, confesso, porém já fazem parte da viagem e do autoconhecimento. A vida insiste em me dar negativas, que coisa! E eu lembro da Lama Tsering fazendo o meu mapa astral, com a dica para este meu retorno de Saturno: Medite, Carline, Medite!

Por ora, aperto o (fictício) cinto de segurança e respiro.

Mantra desta terça-feira: "Life is precious and it´s brief and you can use it well!"

Compartilhando mais Pema Chodron, sobre Céu e Inferno...

"Heaven and Hell

A big, burly samurai comes to a Zen master and says, 'Tell me the nature of heaven and hell.'

The Zen master looks him in the face and says, 'Why should I tell a scruffy, disgusting, miserable slob like you? A worm like you, do you think I should tell you anything?'

Consumed by rage, the samurai draws his sword and raises it to cut off the master´s head.

The Zen master says, 'That´s hell.'

Instantly, the samurai understands that he has just created his own hell - black and hot, filled with hatred, self-protection, anger and resentment. He sees that he was so deep in hell that he was ready to kill someone. Tears fill his eyes as he puts his palms together to bow in gratitute for this insight.

The Zen master says, 'That´s heaven.'

The view of the warrior-bodhisattva is not 'Hell is bad and Heaven is good' or 'Get rid of hell and just seek heaven.' Instead, we encourage ourselves to develop an open heart and open mind to heaven, to hell, to everything. Only with this kind of equanimity can we realize that no matter what comes along, we´re always stading in the middle of a sacred space. Only with equanimity can we see that everything that comes into our circle has come to teach us what we need to know."

Pema Chodron, Comfortable With Uncertainty

Imagem: retirada do wipimedia

Wednesday, August 10, 2011

Libra Daily Horoscope: Nurture Yourself First

A importância de conhecermos a melhor forma de nutrir a si mesmo serve bem para todos os signos do zodíaco.

Hoje, me acolho, almoço berinjela, penso no namorado, planejo com amor o destino dos próximos meses sabáticos e, quem sabe, até um cinema à noite com Cilene? E a campanha do último reveillon entre bons amigos em Santa Catarina surge mais forte do que nunca:"Eu mereço!" .

August 10, 2011

"Today you may feel greater compassion for others and want to express yourself in a nurturing manner. It might seem easy for you to take on the challenges of the people around you in order to make their lives more comfortable. While it is important to want to save the world and help others, today you may also need to remember to nurture yourself first. Before giving to others, you can take a few minutes to do a loving-kindness meditation. Focus your attention on yourself, wishing that you will soon find love, peace, and happiness. Then widen this circle of love to include your family and friends, and finally all beings in the world. By doing this meditation you may notice that it becomes easier to truly help others.

Learning to extend compassion to ourselves first and then to others allows us to cultivate true care. When we feel the need to help other people we can easily wear ourselves out unless we make the effort to care for ourselves. We sometimes have the tendency to help other people and hope that we get something back in return, which means that our compassion is tainted by our desire to be needed.

By giving ourselves the love we need, however, we provide ourselves with the strength and unconditional love required to selflessly support others. Grounding ourselves in an unlimited source of love and peace lets us give so much more as a result. By practicing loving-kindness meditation today, you will give with a pure heart and increase the effects of your compassionate acts."

Friday, August 05, 2011

O paradoxo de Amy Winehouse

Por Contardo Calligaris (Folha S.Paulo 4/8/11)

"Stéphanie, minha enteada, tem 11 anos: ainda é menina, mas é já moça. Assim que foi informada da morte de Amy Winehouse, ela veio até minha escrivaninha e, simulando o choro inconsolável de um nenê, perguntou: 'Você está sabendo que morreu minha cantora preferida?'.

Justamente por ela simular o choro e se esforçar para ser engraçada, pensei que devia estar sofrendo muito. A coisa se confirmou no meio da noite, quando Stéphanie acordou, e, para que reencontrasse o sono, foi preciso que alguém conversasse com ela sobre a vida e a morte de Amy.

Teria gostado de poder oferecer a Stéphanie uma boa explicação pela dureza da vida e da morte de sua cantora preferida -por exemplo, dizer que Amy teve uma infância muito triste, que nada em sua vida adulta pôde compensar; ou, então, que ela teve sorte na vida profissional, mas não no amor, e se perdeu nas drogas e no álcool por desesperos sentimentais. Mas o que sei da infância e dos amores de Amy é só fofoca.

Sem mentir nem inventar, melhor deixar Stéphanie lidar com este enigma: alguém pode ter um extraordinário talento, gostar de exercê-lo, alcançar sucesso e reconhecimento, amar e ser amado por um ou mais parceiros e, mesmo assim, esbarrar num vazio que nada consegue preencher.

Stéphanie também tinha lido sobre a maldição dos 27 anos, que, antes de Amy, teria pego Janis Joplin, Jimi Hendrix, Jim Morrison, Kurt Cobain etc. Como é normal na sua idade, ela parecia sensível à 'glória' de morrer jovem (ou talvez de não viver até se tornar tão chato quanto os adultos).

Foi fácil desvalorizar a morte precoce mostrando que ela é, justamente, um ideal muito antigo: o rock apenas retomou o lugar comum romântico do poeta que vive tão intensamente que, como Ícaro, queima suas asas e cai antes da hora, em pleno voo. Em suma, eu não tenho nada contra viver intensamente; ao contrário, artista ou não, acho que a gente deve viver da maneira mais intensa que der. Mas resta o seguinte: a ideia de que viver intensamente consistiria, por exemplo, em encher a cara de absinto ou ópio é velha de 200 anos.

Agora, há uma coisa que pensei e que não disse a Stéphanie: no fundo, para mim, a história de Amy tem um valor pedagógico, não só (obviamente) como exemplo dissuasivo ('Olhe o que pode lhe acontecer se você beber ou se drogar'), mas também como exemplo 'positivo'.

Como assim, positivo???

Concordo, a morte de Amy é um horror e uma estupidez, mas também lembra que viver é uma coisa séria, com apostas e riscos sérios, a começar pelo risco de perder a própria vida antes da hora. Você dirá: 'Alguém duvida disso?'. Pois é, constato que há um monte de gente tentando convencer nossas crianças de que a vida é feita de gritinhos, compras e namoricos que só servem para trocar trivialidades online com amigos e amigas.

Até a morte de Amy, eu pensava que o cantor preferido de Stéphanie fosse Justin Bieber. Ora, é possível que Bieber seja uma espécie de Dorian Gray (uma cara de porcelana que esconde dramas e anseios humanos), mas o fato é que ele promove uma imagem de bom moço num mundo intoleravelmente cor-de-rosa.

'E daí?', dirão alguns pais, 'não seria esse o adolescente ideal com quem deveríamos gostar que nossas filhas saíssem, em sua primeira ida ao cinema sozinhas com um garoto?'. E acrescentarão: 'Você quer o quê, que sua enteada seja parecida com Justin Bieber ou com Amy Winehouse?'.

Claro, é um golpe baixo: ninguém quer que sua filha acabe como Amy. Mas devolvo a pergunta: será que Justin Bieber é mesmo melhor? Stéphanie será mais protegida se ela permanecer numa pré-adolescência à la fã de Justin Bieber. Mas protegida de quê, se não da própria vida? Entre imaginá-la errando para sempre num corredor de shopping e imaginá-la numa balada que pode acabar na sarjeta à la Amy, a escolha não é fácil. E, na comparação, Amy passa a simbolizar minha esperança (e meu receio, indissociavelmente) de que Stéphanie cresça e se torne mulher, com desejos próprios, fortes.

É o paradoxo de Amy: o que você prefere, uma filha que se perca tragicamente nos excessos do desejo ou uma filha que chegue à vida adulta sem ter conhecido outros desejos do que os que surgem nas conversas sobre marcas de mochilas e sapatos?".

Friday, July 15, 2011

Lua Cheia

As palavras de hoje são abertura e bem-aventurança.


Prática linda de yoga com Simone e Erika cedinho, seguida de chá branco com pera (marca Talchá).

Imagem publicada pela Nasa.

Friday, May 13, 2011

São Paulo, façamos um trato

Você me acolhe. Eu te acolho.

Campanha interna para diminuir a resistência...

Respiração, silêncio e, certamente, yoga. Incrível como as posturas restaurativas são acalentadoras. Absolutamente incrível.

Friday, April 29, 2011

Frase deste findi

"Like leaves move in the wind, your mind moves with your breath", B.K.S Iyengar

Monday, March 28, 2011

Na madrugada, o que mais gostei

"Quando eu vi você
tive uma idéia brilhante
foi como se eu olhasse
de dentro de um diamante
e meu olho ganhasse
mil faces num só instante

basta um instante
e você tem amor bastante

um bom poema
leva anos
cinco jogando bola,
mais cinco estudando sânscrito,
seis carregando pedra,
nove namorando a vizinha,
sete levando porrada,
quatro andando sozinho,
três mudando de cidade,
dez trocando de assunto,
uma eternidade, eu e você,
caminhando junto"
Paulo Leminski (Amor bastante)

E esta semana começa exatamente como todas as outras: repleta de possibilidades.

Sunday, March 27, 2011

Hora de colocar o coração em forma



Aldeia da Serra
Santana do Parnaíba
Eu espero acontecimentos.


Thought of the day: Are we ever free of ourselves?

Friday, March 25, 2011

Para respirar de forma mais expansiva...

... é preciso, antes de tudo, criar (mais e mais) espaço.

Espaço no corpo, procurando abrir o peito e ampliar a caixa torácica.

Espaço na própria vida, arranjando mais tempo para si mesmo, priorizando escolhas, conectando-se com o que realmente é capaz de promover abertura do coração.

Nas fases em que nos sentimos retraídos, recomendo um asana que gosto muito de praticar, supta purvottanasana. Em sânscrito, purva significa "Leste"; a postura indica que toda a parte da frente do corpo está em alongamento intenso (uttana). A parte de trás do corpo é chamado de Oeste (paschima).

Você vai precisar de um bolster (almofadão) e dois blocos. Sugiro fazer a postura com os pés tocando a parede, contribuindo para manter o alinhamento durante a permanência.


Sente em cima do bolster, ainda de joelhos flexionados e pés no chão. Coloque um bloco debaixo das escápulas (bem na linha do sutiã para as mulheres) e o outro bloco para sustentar o peso da cabeça. Estique as pernas, abra os braços lateralmente e relaxe os ombros em direção ao chão, abrindo bem a cabeça do úmero (o osso superior do braço).

Na postura, procure:

- deixar os pés ativos, separando os dedos dos pés e crescendo com os calcanhares longe do quadril;

- sugar as patelas (ossinho móvel do joelho) para cima e fazer uma rotação interna dos músculos da coxa (de fora para dentro);

- manter o cóccix para dentro, a fim de não prejudicar a região lombar;

- alongar igualmente os dois lados da cintura;

- relaxar a garganta e todos os músculos da face;

- relaxar as expectativas e os pensamentos.

Inspire de forma profunda, procurando expandir os pulmões lateralmente, de forma a ampliar o tórax.

Expire longamente, de preferência em intervalo maior que a inspiração. Isso contribui bastante para o relaxamento.

Não existe tempo ideal, mas sugiro permanecer pelo menos cinco minutos no asana.


Agradeço muito a Erika por demonstrar o supta purvottanasana. Enjoy.

Bom fim de semana, de peito bem aberto e respiração ampla ;)

Photos by Carli, 18/03/11.

Do laboratório chuchuzinho

A paixão tem gosto de um suculento caqui.

O amor tem sabor de rooibos.


Photo by Carli

Wednesday, March 16, 2011

Meus senhores, minhas senhoras, jovens e todos que passam por aqui

Sejamos moderninhos.

Já faz parte essencial dos cuidados diários para a preservação da saúde física e mental manter uma perspectiva aberta e leve mesmo diante dos pepinos do cotidiano. Bom humor não é artigo de luxo para ser conquistado aos finais de semana em botecos da Vila Madalena. É assunto extremamente sério, tema de saúde pública, ainda mais observando as estatísticas de que um dos medicamentos mais consumidos no ano passado pelos brasileiros foi o calmante rivrotil. O estresse já está no topo dos males que nos assola.

Foi lindo, ontem, ver plateia cheia na palestra sobre Meditação e Saúde promovida pelo Hospital das Clínicas/Faculdade de Medicina da USP. Ainda escreverei um comentário exclusivo sobre o que foi ensinado.

Por ora, sigo com minha campanha (às vezes um tanto quanto solitária) pelo bem-estar: meu e seu.

Inicie checando o corpo. Em intervalos periódicos ao longo de todo o dia, faça uma breve pausa (dois minutitos) para sentir a sua respiração e possíveis tensões nos ombros, na garganta e na barriga. Alongue os braços para cima, espreguiçando-se. Faça uma ampla rotação da cabeça (no sentido horário, invertendo depois). É isso aí, simples, simples.

Temine a pausa checando a sua mente. Assuma responsabilidade pelo seu estado mental e sinta-se plenamente confiante na sua capacidade de encontrar soluções positivas para os obstáculos e aborrecimentos. A vida é esse misto de sofrimento, impermanência e bem-estar. Até o fim (porque no final a gente morre mesmo. Na última vez que vi Sogyal Rinpoche, ele comentou: "As pessoas estão muito preocupadas com a morte. Não deveriam, pois todas serão bem sucedidas em morrer" ha ha ha).

Respirem.

Wednesday, August 25, 2010

Etcetera e tal

Paradoxo de quinta à noite: apesar de querer voltar a ficar apaixonada, sinto que não acredito mais nesse tipo de amor. Qualquer amor? Algum amor?

Parece inevitável. Reencontro com ex-namorado sempre mexe. O bom é observar o respeito pelos novos caminhos escolhidos. Tal como o processo de conquista, gradual, é o processo de separação.

Ser humano é ser complexo. C'est la vie.

Ok, Damien Rice, som na caixa...
"You give me miles and miles of mountains
And I'll ask for the sea"...

Saturday, April 18, 2009

Benefícios do yoga no Globo Repórter

O Globo Repórter me surpreendeu. Achei que dariam apenas alguns segundos de imagens mostrando a galera praticando asanas e pranayamas na A Macaca, mas foi praticamente todo o segundo bloco do programa, inclusive com vários depoimentos da professora Karina Grecu.

Eu assisti o programa lá em Itapema, com a mami ao meu lado. A tia Norma ligou empolgada dizendo que havia me visto umas quatro vezes (vai nessa que ela me reconheceu deitada, com uma bandagem tapando os olhos em uma sala lotada hehehe).

Achei bem interessante o programa "Impacto das Emoções" na saúde. Nem sempre o que é óbvio para a gente é compartilhado pela maioria das pessoas, principalmente a conexão existente entre os pensamentos que brotam na mente e seus reflexos no corpo e na somatização de doenças.

Reproduzo aqui o link com a parte de programa em que A Macaca aparece e (abaixo) o texto que acompanhou a reportagem de Grasiela Aezevedo.

"Aula de ioga ensina como equilibrar o corpo e a mente
A professora ensina alguns exercícios de respiração. Encher os pulmões completamente é revigorante. E esvaziá-los até o final é profundamente relaxante.

Na sala de ioga, eles têm bem mais que cinco segundos para respirar. Flexibilidade, força e equilíbrio: a aula é de ioga avançada.

Uma parte importantíssima fica para o final. São os exercícios de respiração. Isso que parece tão simples poderia ser uma ajuda poderosa se não fizéssemos de maneira tão errada. "Provavelmente, se você estiver com o seu peito fechado, você vai precisar trabalhar pela boca para captar mais ar. O ideal é você respirar sempre pelo nariz. Inspirar e expirar pelo nariz. A gente fala pela boca e respira pelo nariz", explica a professora de Ioga Karina Grecu.

Então vamos lá. Não dá para deixar passar essa oportunidade de aprender a respirar direito e de equilibrar o corpo e a mente. Para ajudar na concentração, os olhos são delicadamente vendados e as costas, posicionadas de forma a abrir o peito e facilitar a entrada e a saída do ar. "Uma respiração profunda deve encher os seus pulmões verticalmente e lateralmente", demonstra aconselha a professora.

Os médicos dizem que, na correria cotidiana, chegamos a usar apenas 30% ou 40% da capacidade pulmonar. É como ter balões mal aproveitados. Se usássemos toda a capacidade dos pulmões, a vida certamente ficaria melhor. O corpo mais animado é o que o pessoal da ioga chama de energia vital. Encher os pulmões completamente é revigorante. E esvaziá-los também até o final é profundamente relaxante. "A gente começa limpando as toxinas dos pulmões. A gente solta toda a respiração e solta todos os problemas mentais, todas as coisas de que a gente tem a certeza absoluta. A gente limpa a mente de todas essas certezas”, recomenda Karina. Sabe o que fazer com a preocupação, a pressa, a raiva, o medo, a agenda e as contas? Deixar para depois, dar um tempo de tudo e respirar".

Tuesday, March 31, 2009

Virando pop

A equipe do Globo Repórter apareceu hoje lá na Macaca/Iyengar Yoga para filmar o nosso grupo realizando asanas e pranayamas. Estão produzindo um especial sobre "Emoções e saúde" e pretendem dar bastante foco nos benefícios da respiração (bem feita). O programa está estimado para ir ao ar no dia 17 de abril. Tomara que isso vire cada vez mais popular, mas não de uma forma banalizada.

Ficar em contato e observar o ritmo da sua respiração, além de acalmar o corpo e relaxar a mente, é uma ótima ferramenta para o autoconhecimento e para ficar presente no agora, sem se perder na enxurrada de pensamentos. Eu costumo brincar que não é nada esotérico, espiritual, nem religioso, pois o benefício no corpo é imediato. Está estressado? Pare, encha bem os pulmões, levando o ar até a área abdominal de uma forma lenta e expandida. Depois solte bem devagar. Repita outras duas vezes. E aja de uma forma mais equilibrada em vez de sair xingando todo mundo e apontando culpados.

Palavra do dia: Respire!

Friday, April 04, 2008

Dias de contemplar o sol

Passo o final de semana no retiro/treinamento de Iyengar yoga, em Embu das Artes.

Foto by Cinthia Piva, em Ratna Ling, outubro de 2007.

Thursday, March 06, 2008

Espelho meu, existe céu azul mais lindo?

Praia das Fontes, no Ceará, me dando uma pequena folga antes de voltar a mergulhar no relatório de sustentabilidade que redijo.

Trilha sonora deste domingo de sol:

1) "Na tua boca eu viro fruta, chupa, chupa que é de uva/ Chupa, chupa que é de uva" (O top hit dos Aviões do Forró)

2) O "Creo", nível cinco, claro. Creo-creo-creo-creo-creo

3) Vanessa da Mata com Ben Harper...

É só isso
Não tem mais jeito
Acabou, boa sorte!

Não tenho o que dizer
São só palavras
E o que eu sinto
Não mudará

Tudo o que quer me dar
É demais
É pesado
Não há paz
Tudo o que quer de mim
Irreais Expectativas
Desleais

(...) Now we're falling, falling, falling , falling into the night, into the night..."

Voltei para Sampa e estou naquele ritmo corrido, que a gente até se acostuma, mas nunca se conforma.